Arbitragem desastrosa

por Marcial Salaverry

Vamos falar sôbre uma das coisas mais desastrosas já vistas em um campo da futebol. A atuação do "árbitro" Sálvio Spínola F. Filho (filho de que?), que supostamente apitou o jogo decisivo pelas semifinais da Copa do Brasil 2000 entre São Paulo e Palmeiras. Guardem bem o nome da figura, pois possivelmente cometerá novas barbaridades. Sua "arbitragem" foi uma calamidade poucas vezes vista. Errou clamorosamente contra as duas equipes. Como foi imparcial em suas "evacuadas", não se poderá chamá-lo de desonesto. Simplesmente de incompetente. Não acertou em nenhum dos fundamentos básicos de uma arbitragem. Inverteu faltas. Inventou impedimentos (com a preciosa colaboração dos bandeirinhas, tão geniais quanto o próprio). Deixou de assinalar pênaltis para os dois times (assim, ninguém reclama...). Agora, no tocante à parte disciplinar... Sua atuação, na parte disciplinar foi um das maiores aberrações já vistas. Distribuiu cartões amarelos e vermelhos sem o menor critério. Com sua insegurança, levou os craques à loucura, criando uma situação que beirava o caos completo. No calor da partida, os jogadores usaram e abusaram de jogadas violentas, que poderiam causar problemas seríssimos para as vítimas de entradas, algumas criminosas, de parte a parte. Por muito pouco não houve uma batalha campal. E tudo por culpa da incompetência do Sr. Sálvio Spínola F. Filho (de que?). Prezado diretor do DA, Sr. Armando da Rosa Castanheira Marques, por favor, responda a uma pergunta simples: ATÉ QUANDO TEREMOS DE ATURAR JUIZES SEM CONDIÇÕES? Não se pode conceber que tais elementos desfilem impunemente por nossos campos, estragando jogos e pode-se mesmo dizer, estimulando a violência em campo, o que pode provocar fraturas, encerrando carreiras promissoras de jogadores. Há que se colocar um BASTA  nisso. Da mesma maneira que os jogadores são punidos com suspensões, os árbitros também devem sê-lo. Da mesma maneira que os jogadores são profissionais que vivem disso, os árbitros também devem sê-lo, pois atualmente são profissionais de outras áreas, que "fazem um bico" com o apito. Para que haja maior seriedade nos campos e sobretudo para que os torcedores possam se entusiasmar e voltar aos estádios, tais espetáculos deprimentes, como o proporcionado pelo nosso herói Sálvio Spínola F. Filho (de que?), não se repitam. Basta aos juízes seguirem o livrinho (será que o dito cujo leu alguma vez?) para que os jogos transcorram bem. Se os jogadores sentirem um pulso firme e competente, logicamente vão desistir de reclamações descabidas em altos brados e gestos pouco "educados" e principalmente, vão rever o conceito de "chegar junto", sem os "carrinhos" criminosos que já encurtaram tantas carreiras.

Por hoje chega. Logicamente teremos muitas oportunidades de voltar ao assunto, pois os Filhos (de que?) existem aos montes. Agora esse é um caso à parte. Temos dito.

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